Comitê Olímpico dos EUA proíbe mulheres trans em competições femininas
Entidade acatou ordem executiva assinada por Trump em fevereiro
As mulheres transgêneros estão proibidas de participar de competições femininas nos Estados Unidos. Na última segunda-feira (21), de forma discreta, o Comitê Olímpico e Paralímpico dos EUA - USOPC, na sigla em inglês - atualizou, em publicação no site, a “Política de Segurança do Atleta” (PSA). Inicialmente, o texto com 27 páginas, datado em 18 de junho, não cita a palavra “transgênero”. No entanto, junto ao texto da “Política de Segurança do Atleta” publicado no site na segunda (21), foi incluído um trecho em que a entidade afirma ter acatado a ordem executiva do presidente Donald Trump, assinada em fevereiro. A próxima edição da Olimpíada será na cidade de Los Angeles, no estado da Califórnia, no oeste dos EUA.
A ordem executiva 14201, intitulada “Proibida a Entrada de Homens em Esportes Femininos”, adverte para a possibilidade de cancelamento de “todos os fundos de organizações que permitem a participação de atletas transgêneros em esportes femininos”. A norma foi uma resposta do presidente norte-americano a sua promessa de campanha eleitoral, em que defendia “manter os homens fora dos esportes femininos”.
"Como organização federal, temos a obrigação de cumprir as expectativas federais", disse a diretora-executiva da USOPC, Sarah Hirshland, e o presidente Gene Sykes em uma carta. "Nossa política revisada enfatiza a importância de garantir ambientes de competição justos e seguros para as mulheres. Todos os órgãos governamentais nacionais são obrigados a atualizar suas políticas aplicáveis em conformidade".
A nova politica do USOPC foi enviada a diversas federações, entre elas natação, atletismo e esgrima, que serão obrigadas a cumprir a ordem executiva de Trump. Entre as atribuições do USOPC, está a supervisão de quase de 50 entidades governamentais nacionais, com funções envolvendo atletas de todos os níveis - da base à elite - em suas modalidades. Na prática, clubes que quiserem manter a filiação às federações também deverão mudar as regras relacionadas ao acesso de transgêneros às competições.
A primeira entidade a modificar a política de participação de atletas transgêneros em competições femininas foi a National Collegiate Athletic Association (NCCA), que regula os esportes universitários nos Estados Unidos, que aderiu à ordem executiva de Trump no dia seguinte à assinatura do documento.
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