Vacinação contra H1N1 imunizou 85% do público-alvo em Alagoas
Mobilização terminou no último dia 20; municípios que não atingiram meta podem continuar a campanha
O balanço da campanha contra o vírus da influenza em Alagoas, até a manhã desta segunda-feira (23), aponta que foram imunizadas 85,26% das pessoas que fazem parte do público-alvo. Mesmo com o fim da mobilização no último dia 20, é recomendado aos municípios que não atingiram a meta que continuem a vacinação.
De acordo com os dados já disponibilizados no DataSUS foram administradas 542.726 doses da vacina. Para a assessora de Doenças Imunopreveníveis e Vacinação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Denise Castro, o cumprimento da meta é o resultado da estratégia eficiente implantada e do empenho das equipes municipais de saúde.
A meta mínima do Ministério da Saúde era de vacinar 80% do público-alvo. “Alagoas conseguiu ficar entre os primeiros estados do Nordeste com maior índice de imunização e uniformidade na aplicação das vacinas. Durante a campanha, os técnicos e gestores municipais e estaduais cumpriram seu papel de proteger a população”, destacou a assessora.
A campanha foi destinada às crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhador de saúde, idosos (a partir de 60 anos), povos indígenas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos sob medida socioeducativas e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis.
Ainda de acordo com dados do setor, grupos como puérperas, indígenas e idosos alcançaram mais de 90% do número de vacinas. “O Estado também imunizou 78.221 pessoas com doenças crônicas que não possui uma meta específica”, explicou Denise Castro.
A assessora ressaltou, ainda, que após o encerramento da campanha, no dia 20 de maio, é recomendado aos municípios, que não atingiram a meta, que continuem a vacinação. Ficando a cargo de essas cidades avaliarem qual a melhor estratégia para que se alcance o resultado definido pelo Ministério da Saúde. “O sistema pode ser alimentado até o dia 10 de junho que é o prazo final para que os gestores municipais enviem seus dados”, orientou a assessora.
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