Turismo de Negócio e Congresso é saída para garantir movimentação na chuva e baixa temporada
Quem visita Maceió não se cansa de comentar que a cidade tem três das orlas urbanas mais bonitas do Brasil. Não tem como não se encantar com as praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiuca. Além da beleza, a água do mar com uma temperatura sempre agradável é convidativa. Próximo à cidade também tem outros grandes atrativos, como as famosas praias do Francês e do Gunga. O turista que procura curtir um solzão e praias deslumbrantes tem como destino certo a capital de Alagoas, mas quando o tempo é de chuva, ou de baixa temporada, a movimentação nos bares e restaurantes e a ocupação hoteleira acabam caindo. E é justamente nesse momento que um outro tipo de turismo mostra a sua importância. O turismo de congresso e negócio.
Para este tipo de turista não tem tempo ruim. Faça chuva ou sol, o momento é de obter conhecimento, trocar experiências, fechar novos negócios e empreender. Até o final do ano, Maceió conta com pelo menos 20 grandes projetos para incentivar justamente esse tipo de turismo, fortalecendo a economia.
“Esse é um segmento que movimenta muito. Se você analisar a cadeia produtiva do segmento desses eventos vai verificar uma infinidade de profissionais envolvidos. Isso gera emprego, movimenta a ocupação hoteleira e economia. Muitos que vem estudar ou fechar negócio aproveitam e trazem a família ou se apaixonam pela a cidade e a colocam nos planos para férias”, explicou Danielle Novis, superintendente do Maceió Convention.
Para se ter uma ideia, em um dos últimos grandes congressos realizados em Maceió, ocorrido no mês de maio, a organização registrou a presença de 900 participantes e 300 funcionários dando suporte a realização. Cerca de 80% de todo esse pessoal era turista.
Segundo o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS), em pesquisa encomendada pelo Maceió Convention Bureau & Visitors e pela Secretaria Municipal de Promoção ao Turismo, 55% das pessoas que viajam a negócios têm um grau de instrução superior à pós-graduação e gasta em média R$ 317 por dia. Cerca de 65% desses turistas são do sexo masculino, 39% na faixa etária entre 23 e 36 anos e 16% tem uma renda mensal superior a R$ 20 mil.
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