Produtos típicos das festas juninas têm aumento nos preços, aponta pesquisa
Levantamento analisou o comportamento inflacionário de itens como acessórios, roupas, fogos de artifício e comidas típicas
Com a chegada das festas juninas, a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), por meio do Índice de Pesquisa ao Consumidor (IPC), realizou coletas de preços dos itens mais procurados. De acordo com o levantamento, o consumidor terá que pesquisar bastante caso queira evitar prejuízos na hora da compra.
No grupo dos acessórios, por exemplo, a pesquisa revelou que o produto com a maior variação foi a bandeirola, com aumento de 37,50%. Em seguida, percebe-se que a tiara e o balão aumentaram em 19,67% e 17,98%, respectivamente. De acordo com Gilvan Sinésio, supervisor de Estudos e Análises da Seplag, quando comparados com o ano passado, todos os produtos do grupo tiveram um aumento significativo em seus preços.
“É certo afirmar que, na capital alagoana, os produtos estão com o preço crescendo acima da inflação acumulada nos últimos doze meses (8,84%). Porém, como a demanda por esses produtos é relativamente baixa durante os outros meses do ano, é normal que os seus preços apresentem maior variação com a proximidade das festas juninas”, avalia Sinésio.
A pesquisa também apontou as variações nos itens mais comuns de vestuário, como blusas e afins. Verificou-se que a blusa xadrez masculina adulta foi o produto que teve maior aumento, algo em torno de 21,10%, seguido pela blusa xadrez feminina adulta, com 7,42%.
“Esses aumentos mostram que, no quesito de roupas, as compras estão ficando mais caras. No entanto, notou-se que os itens saia, blusa adulta e vestido infantil apresentaram as menores variações, com um aumento de 3%”, explica o supervisor.
Alimentos
No grupo das comidas típicas, a maior alta ficou por conta do cravo (35,50%), cujo preço médio atingiu a quantia de R$ 4,42. Itens como leite, manteiga e milho para Mungunzá/Canjica também apresentaram grandes variações, alcançando aumentos de 31,33%, 26,69%, e 23,15%, respectivamente.
No caso do milho, quando comprado à meia mão, a pesquisa apontou que o produto apresentou um aumento de 20% e 16,67% quando comprado a uma mão, passando a valer R$ 18,00 e R$ 35,00, respectivamente.
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