Morto em confronto após roubar carro de policial trabalhava no Centro de Operações da PM
Informações repassadas por policiais e compartilhadas em redes sociais após a morte de Thiago Santos Mesquita, 18, ocorrida na última terça-feira (26) após o mesmo na companhia de comparsas ter roubado o veículo de um militar, davam conta de que o suspeito prestava serviço como operador no Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp). O secretário, Lima Júnior, confirmou nesta quinta-feira (28) que a informação é verídica, o que pode apontar uma fragilidade na Segurança Pública.
A seleção para a realização do serviço na Secretaria de Segurança Pública (SSP) é de competência do Serviço de Promoção e Bem Estar Comunitário (Soprobem). Segundo o secretário, assim que o fato foi constatado, a Secretaria determinou a investigação de outros operadores.
Thiago Santos Mesquita, 18, foi morto durante uma perseguição policial, assim como os comparsas Bruno Feijó da Silva, 17, e Keleison Jamisson dos Santos, 21. Eles teriam roubado o veículo Celta de um policial militar no bairro do Jacintinho e foragiram em direção ao bairro de Bebedouro.
A vítima acionou as guarnições, repassou as características do carro e dos criminosos, que foram localizados pouco tempo depois. Os militares teriam sido recebidos a tiros e os suspeitos acabaram sendo baleados e mortos no confronto.
A informação sobre a relação de Thiago Santos com o Ciosp começou a ser divulgada na manhã do dia seguinte, acompanhada de revolta e questionamentos sobre o formato da seleção que poderia dar margem a uma fragilidade no sistema.
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