Coligação de Cícero Almeida acusa Rui Palmeira de nomeação irregular de servidores
Nesta segunda-feira (17), foi divulgada em coletiva à imprensa uma acusação ao prefeito Rui Palmeira (PSDB). Segundo a coligação do candidato Cícero Almeida (PMDB), “Pra Maceió Voltar a Crescer”, Rui Palmeira teria descumprido a legislação realizando a nomeação supostamente irregular de servidores no mês de setembro passado pela Prefeitura de Maceió. A ação foi protocolada na última sexta-feira (14), no Tribunal Regional de Alagoas.
A coligação de Cícero Almeida afirma que no site da Prefeitura de Maceió, as edições do Diário Oficial do Município deixaram de ser disponibilizadas para download nos meses de junho, julho e agosto, e voltaram ser a partir de setembro, quando ocorreram as nomeações.
Além disso, a coligação também vê a possibilidade de uma associação do crescimento do atual prefeito nas pesquisas a partir de agosto a essa medida da Prefeitura. O setor jurídico de Almeida afirmou que, em agosto, Cícero Almeida liderava nas pesquisas e pouco depois, Rui passou na frente.
Caso seja julgada procedente, a ação pode levar à perda do registro de candidatura e à inelegibilidade do candidato. Ainda hoje a coligação do prefeito Rui Palmeira irá se pronunciar sobre o caso.
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
