Registros de dengue caem em Alagoas, mas estatísticas de zika e chikungunya disparam no estado
Ministério da Saúde alerta para prevenção; distribuição de água é ineficiente, diz infectologista
O Ministério da Saúde têm focado no combate ao mosquito aedes aegypti em todo o Brasil. As doenças provenientes do inseto são inúmeras e suas consequências para a saúde humana continuam sendo investigadas por cientistas ao redor do mundo. Em Alagoas, este cenário não poderia ser diferente e as orientações continuam.
Os números de dengue no estado caíram de janeiro a outubro deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, conforme apurou a reportagem da TV Ponta Verde – afiliada ao SBT. Ao todo, foram mais de 21 mil registros. Diagnosticada com dengue em junho, a dona de casa Eunice Paes, reclama das consequências da doença até hoje. Dores em articulações localizadas nas mãos, joelhos e pés são mais comuns. No bairro que ela mora, sofreu os vizinhos e também a comunidade.
Já Iracema de Souza, que também é dona de casa, reclama dos mosquitos que não deixam os moradores descansar, principalmente no período noturno. “É uma imensidão”, resume ela, descontente com a situação.
Apesar da queda dos números de dengue em Alagoas, os casos registrados de zika e febre chikungunya dispararam no estado e acendem o sinal de alerta. De acordo com o infectologista Fernando Maria, a distribuição de água ineficiente é a principal causa da proliferação dos aedes aegypti. “As pessoas são obrigadas a guarda água em casa, em pote, tonel, bilha, baldes. E isso facilita muito a multiplicação dos mosquitos”, falou.
Em 2015, foram registrados 282 casos de zika de janeiro a outubro em Alagoas. Já em 2016, este número saltou para oito mil. Já em relação à febre chikungunya, as estatísticas também não são animadoras. Em 2015, o estado contabilizou 1.163 casos de janeiro a outubro. Em 2016, neste mesmo período, foram 17.474 registros.
Confira, abaixo, a reportagem completa que está inserida no 1º bloco do Jornal do Dia, da TV Ponta Verde:
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