Mês do Júri: 12 julgamentos estão pautados para esta quinta-feira (24)
Sessões ocorrerão em Maceió, Arapiraca, Água Branca, Cacimbinhas e em mais seis comarcas do interior do Estado
Dando continuidade às ações do Mês Nacional do Júri, o Poder Judiciário de Alagoas pautou, para esta quinta-feira (24), o julgamento de 12 processos envolvendo crimes dolosos contra a vida. As sessões ocorrerão em Maceió, Arapiraca, Água Branca, Cacimbinhas, Mata Grande, Matriz do Camaragibe, Murici, Santana do Ipanema, União dos Palmares e Viçosa.
Entre os júris que serão realizados está o de Josuel Francisco de Lima, acusado de tentar matar Luciano Costa da Silva, com vários disparos de arma de fogo. Segundo o Ministério Público de Alagoas (MP/AL), o crime teria sido motivado por uma inimizade entre a vítima e o réu. O júri começa às 13h, no Fórum da Capital, e será conduzido pelo juiz Geraldo Cavalcante Amorim, titular da 9ª Vara Criminal.
Na Comarca de Murici, será levado a júri popular Eronildo José da Silva, acusado do homicídio de José Lourenço de Souza. O crime ocorreu no dia 21 de janeiro de 2001. De acordo com a denúncia, o réu, enteado da vítima, desferiu diversos golpes de arma branca que levaram José Lourenço a morte.
Ainda segundo o MP/AL, ambos possuíam uma relação conturbada e haviam se desentendido no dia do crime. O julgamento terá início às 9h, no Fórum da Comarca, e será conduzido pela juíza Emanuela Porangaba.
Outro processo julgado será o de Eronildo Costa da Silva, acusado de matar Maria Josilene Jevaze da Silva. Conforme denúncia do MP/AL, o réu assassinou a vítima com três golpes de faca-peixeira, no dia 14 de março de 2010.
O crime teria sido motivado pelo fato de a vítima haver denunciado à polícia uma ameaça de morte que teria sofrido do réu, em uma festa da cidade. A juíza Lorena Carla Sotto-Mayor conduzirá o julgamento, a partir das 9h, no Fórum de Viçosa.
Mês do Nacional Júri
A ação, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em todo o país, visa julgar réus por crimes dolosos contra a vida. Em Alagoas, a força-tarefa conta com a participação do Tribunal de Justiça, Corregedoria Geral da Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil, Secretaria de Ressocialização do Estado (Seris) e Polícia Militar. Cerca de 100 processos foram pautados.
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