Após massacres em presídios, Ressocialização intensifica operações nas penitenciárias alagoanas
Agentes penitenciários do Grupo de Escolta, Remoção e Intervenção Tática (Gerit) e militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) inspecionaram o módulo 1 da Casa de Custódia da Capital, em Maceió. Enquanto isso, agentes penitenciários do Comando de Operações Penitenciárias (COP) e militares do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) desencadearam o mesmo procedimento no Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano.
Durante as duas operações, realizadas na segunda-feira (9), foram retiradas de circulação entorpecentes, anotações e – no caso da Casa de Custódia da Capital – aparelhos que permitem a comunicação externa. De acordo com o chefe Especial de Unidades Penitenciárias, José Oliveira Neto, as revistas estão sendo intensificadas nas unidades prisionais.
"Nossos agentes penitenciários estão qualificados e empenhados para desenvolver seus serviços. Trata-se de um trabalho permanente para identificar lideranças nos presídios e mantê-los isolados. Desta forma, buscamos cumprir os critérios estabelecidos pela Lei de Execuções Penais e, consequentemente, promover a ressocialização em Alagoas", destaca.
Nos dias 6 e 3 de janeiro foram feitas operações integradas nos Presídios Baldomero Cavalcanti e Cirydião Durval, respectivamente. Durante as ações desencadeadas por agentes penitenciários e policiais militares e civis, foram apreendidos objetos pontiagudos de fabricação artesanal, aparelhos, que possibilitam a comunicação externa, além de entorpecentes.
A Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) tem intensificado as ações para evitar a entrada e permanência de materiais ilícitos em todas as unidades prisionais de Alagoas. Desde o início deste ano, quatro unidades já foram vistoriadas por agentes da segurança pública, sendo duas operações realizadas nesta semana.
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