Após denúncia, prefeitura vai investigar truculência de agentes contra Uber
O procurador do Município de Rio Largo, Dagoberto Omena, recebeu Rodrigo Gurgel da Costa, Cristiano Cavalcante de Araújo e Audênio Andrade de Lima, que utilizam o aplicativo Uber em reunião e orientou os motoristas a protocolarem um pedido de apuração dos fatos relativos aos servidores municipais envolvidos na denúncia ocorrida ontem no aeroporto, para que seja aberto um processo administrativo.
Também presente a reunião, o prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, se colocou à disposição desses motoristas autônomos ao deixar claro que qualquer ilegalidade praticada por qualquer servidor será apurada pelo município, não concordando com qualquer abuso de poder ou ação truculenta.
Na oportunidade, o prefeito informou que os motoristas do Uber podem continuar transportando passageiros no município, todavia, não podem fazer ponto no aeroporto por impossibilidade legal e que o embarque e desembarque são permitidos, mas não podem aguardar passageiros naquele local, sob pena de multa. Como a profissão ainda não está regulamentada, Gilberto Gonçalves se comprometeu a conversar com os vereadores do município, para que aprovem uma lei que regulamente a atividade em Rio Largo.
O Caso
Uma abordagem suspeita da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) de Rio Largo, contra um Uber, foi realizada na última quinta (15), nas proximidades do aeroporto, no município. Um ato foi realizado na tarde desta quinta-feira (16), em protesto contra ações intimidadoras do município e de taxistas.
De acordo com o uber, o colega de trabalho, que preferiu não se identificar, foi abordado por três agentes da SMTT de maneira violenta, que resultou em agressão física e ameaça ao profissional do aplicativo. Ele conta que só começou a gravar o vídeo, depois da agressão.
“O cara da SMTT agrediu nosso amigo, seguiu o carro dele e fechou o caminho, levando o dinheiro que ele estava. Eu estou chocado”, conta Anselmo, que acrecenta: “sou uber, tenho orgulho disso, mas está ficando complicado trabalhar por causa das agressões gratuitas de taxistas e do próprio Estado”.
Outro motorista da ferramenta contou ao 7 Segundos que também presenciou o momento em que o colega foi abordado pelos agentes. Segundo ele, houve lesão corporal, ameaça e constrangimento. Ele diz que foi perseguido até o Batalhão de Polícia do aeroporto, logo após os funcionários do órgão perceber que ele estava gravando.
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