Falta de plano contra incêndio põe em risco comerciantes de Feirinhas em Maceió
Cerca de 30 barracas ficaram destruídas em incêndio no último domingo (26).
Após 30 barracas serem destruídas em um incêndio, na Feira do Rato, em Maceió, no último domingo (26), a equipe de reportagem da TV Ponta Verde Afiliada ao SBT Canal 05, visitou três mercados públicos da capital e constatou que nenhuma delas tem plano de prevenção a incêndio. E isto é preocupante.
O problema, apesar de ser antigo, acende um alerta para o Corpo de Bombeiros de Alagoas. As feirinhas são como uma bomba-relógio para a corporação, em que um incêndio pode ocorrer a qualquer momento.
Na Feirinha do Jacintinho, por exemplo, tanto comerciantes, como consumidores sofrem os mesmos riscos daqueles encontrados na Feira do Rato. Ao chegar ao local, gambiarras antigas podem ser vistas por todos os lugares.
Além disso, é possível perceber que o próprio telhado do local ameaça cair em cima das pessoas a qualquer momento.
Na Feirinha do Tabuleiro do Martins, a situação não é diferente. Os comerciantes estão preocupados com as possibilidades de incêndio. A estrutura é precária. A lâmpada de um refletor queimou na hora em que a reportagem gravava as gambiarras. Uma coluna está enferrujada e parece não suportar mais o peso do telhado.
“Projetos têm que ser executados, não basta tê-los somente no papel. Além disso, as pessoas têm que ser treinadas, para, através dos preventivos, combater o princípio de incêndio”, explica o capitão do Corpo de Bombeiros, Ailton Trindade.
O administrador da Feirinha do Tabuleiro, Erado Pereira, reconhece que há riscos e cobra providências.
“Nós na situação de administrador, damos conhecimento à secretaria, e a secretaria o mais breve possível vai tentar solucionar esse problema. O risco é grande, estamos respeitando o comerciante, e estamos aqui para auxiliar em tudo que for necessário”, afirma o administrador.
As feira públicas de Maceió são consideradas como uma bomba-relógio para o corpo de bombeiros. Falta projeto de prevenção a incêndios e uma arquitetura específica para abrigar os feirantes.
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