Collor é suspeito de receber R$ 800 mil em propina de empreiteira
O senador alagoano e ex-presidente da República, (PTC), é acusado de receber R$ 800 mil de propina e caixa dois do grupo Odebrecht para financiar a sua campanha de 2014. Em troca, ele teria que atuar em beneficio da empresa. Por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal), ele será investigado por receber dinheiro ilícito.
Nos arquivos invetigados, Collor era chamado pelo apelido de "Roxinho", e segundo os depoimentos dos executivos Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis e Alexandre José Barradas, o pagamento foi efetuado pelo setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht.
Collor já é reincidente e sempre tem seu nome atrelados as investigações no âmbito da Operação Lava Jato. Ele já foi alvo de operações da Polícia Federal, como a que efetuou buscas na Casa da Dinda, em Brasília e apreendeu veículos de luxo como uma Laborghini e Ferrari. No entanto, em fevereiro deste ano, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o ministro Edson Fachin arquivou as investigações contra o senador na operação, denominada de Piltéia.
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