Operação Sucupira: PF indicia 15 suspeitos de favorecimento em mestrado da Ufal
A Polícia Federal indiciou 15 pessoas suspeitas de participação no esquema criminoso envolvendo o mestrado da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (Feac), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Segundo a PF, o grupo indiciado é responsável pelas aulas no Mestrado Profissional em Administração Pública (Profiap) e estaria favorecendo os servidores do Governo de Alagoas. A PF identificou que R$ 108 mil foram pagos como propina.
Em coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira (11), o delegado Daniel Silvestre de Lima informou que ao todo, sete professores e oito alunos do curso, que seriam servidores públicos irão responder por associação criminosa, corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Os servidores envolvidos na fraude fazem parte da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), do Instituto de Tecnologia em Informática e Informação de Alagoas (Itec), da Agência Reguladora de Serviços de Alagoas (Arsal) e da Agência de Modernização de Serviços de Alagoas (Amgesp).
Segundo as investigações, os servidores beneficiados estariam pagando aos professores da Ufal através de contratos inexistentes e de forma fraudulenta, colocando os docentes e seus parentes nas listas de pagamentos dos servidores da Sesau. O delegado que investiga o caso informou que caso seja constatada a existência da prática ilícita, os servidores responderão pelos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção passiva e inserção de dados falsos no sistema de informação.
O Governo ainda não se posicionou sobre o assunto. Por outro lado, a Ufal informou que se coloca à disposição das investigações e que irá colaborar no que for preciso para esclarecer os fatos. Informou ainda que as penalidades, caso se comprove o crime, vão de suspensão a demissão do cargo. Todo o material recolhido nas residências dos professores investigados e dos servidores que teriam sido beneficiados será analisado e periciado.
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