Justiça determina arrendamento e Usina Guaxuma retoma atividades
Usina vai passar a ser operada pela Usina Coruripe e pela Impacto Energia
A Justiça autorizou, nesta sexta-feira (6), o arrendamento da Usina Guaxuma, pela Usina Coruripe e pela Impacto Energia por um período de 11 anos. Assim, as atividades, que estavam paradas há anos, irão voltar a funcionar.
O administrador judicial informou à Justiça que das três usinas que compõem a massa falida da Laginha Agroindustrial, em Alagoas, a Guaxuma é a mais produtiva por produzir açúcar e álcool pela capacidade instalada de moagem, que é de 1,8 tonelada por safra. A autorização para que fosse arrendada foi dos juízes que atuam no processo de falência da Laginha Agroindustrial, do Grupo JL.
Segundo o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), a celebração de contrato de arrendamento não é uma solução definitiva, mas uma medida temporária prevista em lei. Isto porque, segundo os juízes que atuam no processo, a alienação imediata é viável para a massa. "Deverá haver otimização da utilização produtiva de bens e ativos, até que sobrevenha o momento oportuno para a venda”, afirmaram os juízes Leandro Folly, José Eduardo Nobre Carlos, Marcella Pontes e Phillippe Alcântara, responsáveis pelo processo.
Os magistrados também acreditam que a retomada dos serviços contribuirá para a economia e geração de emprego na região. “O negócio jurídico proporcionará inúmeros benefícios para a massa falida e para os credores, permitindo, após a retomada das atividades, a geração de emprego e renda e o desenvolvimento socioeconômico da região”, concluíram os juízes.
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