Alagoanos morrem durante explosão de fábrica de fogos

Duas pessoas morreram e outras três vítimas ficaram feridas numa explosão de uma fábrica de fogos que funcionava no Sítio Imbiruçu, nesta segunda-feira, em Cupira, a 173 quilômetros do Recife, no Agreste. A Polícia investiga se a produção dos fogos de artifício era clandestina.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 13h47 para atender a ocorrência e permaneceu no local até esfriar os escombros da parte do imóvel destruída pela explosão e produtos que não foram queimados. Os trabalhos só foram encerrados no começo desta noite, às 18h30, quando a área foi entregue aos cuidados da Polícia Civil.
Os bombeiros deslocaram três viaturas para o local, uma delas uma auto bomba tanque salvamento (ABTS), utilizada para combate a incêndio e salvamento de diversos tipos e uma auto resgate, com efetivo de dez pessoas. Segundo testemunhas, seis pessoas estavam no local no momento da explosão, incluindo uma criança de quase dois anos. A corporação não confirmou isso, mas acrescentou que os feridos foram socorridos para hospital municipal e um desses teria sido transferida para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, Região Centro do Recife.
O município tem um histórico desse tipo de ocorrência e a existência de fábricas clandestinas é tida como característica local. Há pouco mais de dois anos, em 2015, uma casa onde funcionava outra fábrica foi destruída por uma explosão, só que nesse caso sem vítimas. No caso desta segunda-feira a fábrica clandestina também funcionava numa residência que foi parcialmente destruída.
Vítimas
Foram identificadas os dois trabalhadores que morreram na explosão de uma fábrica de fogos em Cupira, a 173 quilômetros do Recife, no Agreste. Os corpos de Cícero Luís da Silva, 47 anos, e Rosiberto Pedro da Silva, 25, estão no Instituto de Medicina Legal, em Caruaru. A Polícia Civil investiga se a produção dos artefatos era clandestina. Outras duas pessoas ficaram feridas no acidente.
Com o impacto da explosão, metade do imóvel desabou. Testemunhas contaram que seis pessoas estavam no local na hora do acidente. Peritos do Insutituto de Criminalística, que estiveram na casa, suspeitam que a fabricação dos fogos fosse clandestina. Eles encontraram os fogos empacotados em sacos de ração para animal e armazenados nos cômodos da residência.
Os outros dois feridos foram identificados como Anderson Iranor da Silva, 27, e Sandreli Lins, 18, que seria filha do proprietário do dono da fábrica. A jovem, segundo a Polícia, foi trazida para o Hospital da Restauração, no Recife. Em 2015, também em Cupira, ocorreu uma explosão semelhante que destruiu uma residência, onde também eram embalados fogos de artifício. Mas, no acidente, não houve vítimas.
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