Fórum lança campanha de enfrentamento ao trabalho infantil e violência sexual
Ações integradas acontecem de 10 a 18 de maio, promovidas pelo Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador de Alagoas
Estudantes das onze escolas do Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas (Cepa) recebem, de 10 a 18 de maio, uma série de ações de orientação para enfrentamento às violências infanto-juvenis, promovidas pelo Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador de Alagoas (FETIPAT-AL), formado por 21 instituições.
Com o foco na violência sexual e exploração do trabalho infantil, o início será marcado com panfletagem de sensibilização de enfrentamento à violência sexual e ao trabalho infantil por todo o complexo, nesta quinta-feira (10), às 8h e às 13h, na chegada dos alunos.
Representante da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) no Fórum, a gerente de educação profissional e ensino superior, Luciana Ciríaco, fala sobre a importância da iniciativa.
“Pensamos no Cepa por ser um local com mais escolas reunidas, atingindo um maior número de estudantes de uma só vez. Estas ações são uma boa forma de orientar o aluno para que ele não perca o foco nos estudos, não saia da escola, não deixe de estudar para trabalhar de forma precária. É preciso se qualificar para ter um trabalho digno. E também é preciso falar com esses jovens sobre a exploração sexual e prevenir, esse é o foco, a prevenção”, destaca Luciana.
Programação
A programação inclui ainda dinâmica de conhecimento sobre trabalho infantil (piores formas de trabalho infantil - exploração sexual) e o programa Jovem Aprendiz, no dia 11, pela manhã, na Escola Estadual Silveira Camerino.
Na segunda-feira (14), também na Escola Silveira Camerino, haverá divulgação do Programa Aprendiz Legal e cadastramento de jovens, pela manhã. À tarde, será realizada a roda de conversa "O adolescente que comete ato infracional não fica impune", já no período da noite, a roda de conversa será com o tema "O que precisamos fazer para que 18 de maio não seja mais necessário?".
Ainda na segunda, na Escola Estadual Teotônio Vilela, acontece a palestra "Depressão Saúde do Trabalhador da Educação", pela manhã. À tarde as orientações são sobre "Bullying, Automutilação e Suicídio na Adolescência".
No dia 15, os estudantes recebem ações de saúde, pela manhã e à tarde, nas escolas Dom Pedro II e Afrânio Lages. Na quarta-feira (16), na Escola Moreira e Silva, alunos recebem ações nos três turnos. Ações de prevenção com o tema “Uso seguro da internet – Seja um cidadão virtual" e rodas de conversas. No mesmo dia, na Escola Princesa Isabel, acontecem rodas de literatura, conversas e atividades lúdicas, além de oficinas sobre como prevenir doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez precoce.
Dia 17 será a vez dos estudantes da Escola Maria José Loureiro que vão ter uma roda de conversa sobre os malefícios do trabalho precoce.
Finalizando as atividades, no dia 18, serão promovidas ações lúdicas de combate à violência nas escolas Rosália Ambrozzio e Vitorino da Rocha. Uma roda de conversa sobre violência sexual será realizada nas escolas Laura Dantas. Já na Escola Correia Titara acontecerá uma palestra que abordará também a violência sexual.
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