Servidores envolvidos em fraudes licitatórias são intimados a depor, diz PF
Prejuízo aos cofres públicos foi estimado em mais de R$ 54 milhões
O superintendente da Polícia Federal em Alagoas, delegado Agnaldo Mendonça Alves, deu mais informações sobre a operação Tântalo, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (6). A ação que visou combater crimes licitatórios e superfaturamentos de contratos na construção de escolas e creches cumpriu seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Maceió e Marechal Deodoro.
Em coletiva à imprensa, no início da tarde, o delegado Agnaldo Mendonça informou que nenhum investigado foi preso durante a ação, porém intimados a prestar depoimento nos próximos dias na sede da PF, no bairro do Jaraguá, em Maceió.
Também é do delegado a informação de que na residência de um dos alvos foram apreendidos computadores, celulares, R$ 25 mil em espécie e um veículo de luxo.
"As identidades dos envolvidos serão mantidas em sigilo. Basicamente o que estão sendo apurados nesse inquérito policial são os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes a licitações", revelou o delegado.
Participaram da investigação agentes da Controladoria Geral da União (CGU) em Alagoas e da Receita Federal de Pernambuco.
Operação Tântalo
O nome da operação é uma analogia ao roubo de um bem precioso, fazendo referência à retirada de oportunidade de estudo e desenvolvimento de crianças que seriam beneficiadas em Alagoas com a construção das creches e escolas.
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