Governador fala sobre polêmica na redução de salários durante formatura da PM
Mais de 900 policiais começarão a atuar nas ruas já no final de semana
Durante formatura da Polícia Militar (PM), ocorrida na manhã desta sexta-feira (08), no Ginásio do Sesi, no bairro do Trapiche em Maceió, o governador Renan Filho (MDB) comentou sobre a polêmica envolvendo a redução no salário dos servidores públicos. A notícia publicada ontem pelo jornal Folha de São Paulo informava que representantes da Fazenda de oito estados, incluindo Alagoas, assinaram uma carta entregue ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pedindo a redução dos salários dos servidores.
“A ideia é reduzir a jornada de trabalho e consequentemente o salário”, explicou Renan Filho, negando que isso poderá ocorrer em Alagoas: “Isso são para os estados que estão sem caixa. Onde o cidadão está trabalhando e não está recebendo. O Supremo ainda nem deliberou sobre o assunto”.
O governador focou que o salários dos servidores está em dia. "Estamos vendo qual o melhor modelo para manter solidez fiscal. Essas medidas emergenciais não são para Alagoas”.
Mais de 900 novos policiais para o Estado
Durante a solenidade de formatura e comemoração do aniversário de 187 anos da Polícia Militar (PM) o governador destacou que foi “eleito para garantir a segurança”. “Estamos dando exemplo ao Brasil com a redução da criminalidade, verificando nossas contas, realizando concurso, convocando os aprovados e garantindo as ações”, disse.
Para o secretário de Segurança Pública, Lima Júnior, a formatura dos 945 novos policiais é resultado dos esforços do Governo. “Hoje é dia de festa para a sociedade alagoana, com um programa sério do governador Renan Filho. Já no primeiro mês do segundo mandato apresentando redução na criminalidade”. Ele também confirmou os concursos para a Perícia Oficial e Polícia Civil.
Já o comandante geral da PM, Coronel Marcos Sampaio, falou sobre o remanejamento dos formados. “Foi realizado um planejamento e os 945 policiais serão distribuídos entre capital e interior, de acordo com as necessidades, além da implantação de novas modalidades de policiamento”.
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