Fraudes no Telegram usam dados de milhões de brasileiros para vender cartões de crédito, "gatoflix" e 4G infinito
Milhares de pessoas são bombardeadas o dia inteiro por ofertas tentadoras - e ilegais
"Cansado de pagar caro para ter acesso à internet, Netflix e Spotify?". "Pague R$ 100 e receba um cartão de crédito com limite de R$ 1.000 para gastar em compras". "Precisando de renda extra? Que tal vender contas Netflix? Você paga R$ 1 em cada conta e vende a R$ 20. Só precisa de celular!". "Venda de recargas para qualquer operadora a 50% do valor nas recargas de R$ 20 pra cima."
Milhares de pessoas são bombardeadas o dia inteiro por ofertas tentadoras - e ilegais - como essas em grupos e canais do Telegram, aplicativo que está sob os holofotes desde os vazamentos de mensagens trocadas entre procuradores da Lava Jato e o então juiz federal Sergio Moro.
Comunidades brasileiras no Telegram ligadas a fraudes chegam a reunir mais de 20 mil pessoas, numa espécie de "feira do rolo" gigante, quase uma dark web acessível a qualquer um.
Um ambiente onde vendedores e compradores se escondem sob o anonimato oferecido pelo aplicativo de troca de mensagens e, sem a necessidade de conhecimento técnico avançado, negociam informações pessoais, como nome da mãe, endereço e data de nascimento (além do CPF), cadastros falsos e cartões de crédito de milhões de brasileiros, que geralmente não sabem que são vítimas de fraudes.
Ainda há ofertas de internet 4G ilimitada, canais de TV pela web, contas em serviços como Netflix e Spotify por um quarto do valor cobrado oficialmente pelas empresas, além de telas falsas de sites de bancos para furtar dados de clientes.
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