Fã sobe no palco do Rock in Rio e ganha beijo de Bon Jovi
Banda encerrou primeiro final de semana do Rock in Rio 2019 com show em que Jon Bon Jovi teve ajuda para cantar e chamou duas fãs para dançar no palco.
Jon Bon Jovi beijou mais uma. Assim como no Rock in Rio 2017, o cantor deu um beijo na boca de uma fã brasileira no Palco Mundo do Rock in Rio e ainda deu um "tapinha" nela. Mesmo sem uma grande voz, ele encerrou bem a noite de festival.
Ele alcançou neste domingo (29) uma alta taxa de custo/benefício entre uso da voz e satisfação do público. Sua banda, o Bon Jovi, encerrou o primeiro dos dois finais de semana do festival.
Jon economizou a garganta, longe da melhor forma, mas conseguiu agradar de outras formas.
O povo ajudou a cantar, completou as sílabas que o ídolo cantava aos trancos, e saiu feliz com o repertório generoso em músicas antigas. São poucas do disco "This house is not for sale" (2017).
O álbum é "novo", mas nem tanto. Ele até já tinha sido tocado no Rock in Rio passado. (Eles prometem disco para 2020, mas aí fica para um eventual Rock in Rio 2021.)
Até a "surpresa" do show é igual à do Rock in Rio anterior. Durante "Bed of roses", uma fã sobe no palco e dança com Jon.
Dessa vez teve até dose dupla. Outra fã subiu e trocou ainda mais carinhos com ele. Passou a mão no cabelo como se Jon fosse um boneco e levou o tapa e o beijo no fim.
Além da plateia, a banda também ajudava muito nos vocais, inclusive um percussionista lá no fundo que nunca aparecia no telão. Mas todos colaboravam no coro coletivo.
O resto dos músicos está em forma, e a banda segura bem mesmo sem o guitarrista Richie Sambora, que brigou com Jon e foi substituído pelo esforçado Phil X.
O novo guitarrista voltou mais à vontade que no Rock in Rio de 2017 e ganha cada vez mais destaque no show.
A falha no vocal principal não é desleixo de Jon. Pelo contrário, ele está sempre concentrado e preocupado em afagar as fãs, presencialmente ou à distancia.
É uma garganta desgastada mesmo, por anos de agudos rasgados e românticos que o hard rock de sua era exigiu.
Jon tem 57 anos, o que não é tanto para o rock de hoje. Mas ele "gastou" demais a voz do jeito errado. Um exemplo brasileiro semelhante é o de Zezé di Camargo.
O povo releva isso e canta junto "You give love a bad name", "It's my life" e outras com gosto.
No final, ainda ganham de presente "Always", que nem estava no setlist e não rolou em 2017. Jon faz a maior cara de esforço, canta aos trancos, mas vai, junto com o coro gigante.
Foi o grande momento do show e o resumo dele. O povo aplaude quase como se fosse um sacrifício de guerra, e depois festeja em "Livin' on a prayer". Um encerramento legal do primeiro final de semana de Rock in Rio.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
