Equatorial Alagoas quer cadastrar mais 200 mil famílias na Tarifa Social
Distribuidora já cadastrou mais de 100 mil famílias e ainda há cerca de 200 mil clientes que se encaixam no perfil
“A Tarifa Social para mim foi muito importante, porque antes eu pagava uma fatura muito cara, entre R$ 100,00 e R$ 120,00. E hoje com a tarifa, no máximo o que eu pago é R$ 50,00. É uma diferença muito grande no final do mês, pois já é o dinheiro de lazer com o meu filho e um extra para dentro de casa. Então, é muito importante ter a Tarifa Social”. Este é o depoimento de Edilma Maria da Silva, auxiliar de serviços gerais, moradora do Canaã, em Maceió, e uma das mais de 100 mil pessoas que, desde que a Equatorial Energia Alagoas assumiu a concessão no estado, passaram a receber o benefício da Tarifa Social.
Os descontos variam de 10% a 65% na tarifa de energia para famílias com renda mensal de até meio salário mínimo e para indígenas e quilombolas que consomem até 50kWh/mês, o desconto é de 100%. Em Alagoas, mais de 260 mil famílias já estão cadastradas na Tarifa Social, entretanto, esse número pode ser bem maior, dado o perfil econômico do estado.
Um levantamento feito pela Equatorial mostra que mais de 200 mil famílias cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) se enquadram nos critérios para ter o benefício da Tarifa Social na conta de energia, mas não fizeram a solicitação junto à distribuidora ou estão com as informações no CadÚnico desatualizadas. Por isso, a empresa tem intensificado a campanha para que estes clientes procurem os postos de atendimento e passem a receber os descontos.
Para ter direito ao benefício é preciso atender a um dos requisitos abaixo:
• Famílias inscritas no CadÚnico, com renda por pessoa da família de até meio salário mínimo;
• Beneficiários da Prestação Continuada da Assistência Social (BPC): idosos e deficientes cujas famílias possuam renda mensal, por pessoa, inferior a um quarto do salário mínimo;
• Famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, que tenha portador de doença que necessite de aparelhos ligados à energia elétrica de forma continuada;
• Famílias indígenas e quilombolas inscritas no Cadastro Único com renda por pessoa da família menor ou igual a meio salário mínimo ou que possuam, entre seus moradores, algum beneficiário do BPC.
Para realizar ou renovar o cadastro, basta se dirigir a um dos postos de atendimento da Equatorial distribuídos pelos 102 municípios e levar os seguintes documentos:
• Última conta de energia
• Cartão do benefício com o Número de Inscrição Social - NIS
• RG ou Registro Administrativo de Nascimento do Indígena (RANI) para as famílias indígenas
• CPF
De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente da Equatorial, Carlos Morais, o dinheiro extra obtido com o desconto pode ser utilizado para colocar mais comida na mesa, ser revertido na educação e lazer dos filhos, além de movimentar a economia dos municípios. “Desde quando foi criada pelo Governo Federal, a Tarifa Social tem feito a diferença no orçamento de muitas famílias. Por isso estamos reforçando a campanha para que mais pessoas possam usufruir desse benefício”, encerrou o gerente.
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