TJAL, Governo e CNJ assinam termo de cooperação para criação de Escritório Social
Solenidade será nesta terça (26), às 11h, no Palácio República dos Palmares; projeto é voltado para egressos do sistema prisional
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), o Governo do estado e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) firmam parceria, nesta terça (26), para criar o Escritório Social, destinado a ressocializar egressos do sistema prisional. A assinatura do termo de cooperação será às 11h, no Palácio República dos Palmares, em Maceió.
O Escritório Social terá gestão compartilhada entre Judiciário e Executivo e atuará para acolher egressos do sistema prisional e seus familiares. O objetivo é promover ações de incentivo ao emprego e à qualificação, além de apoio jurídico e atendimento psicossocial.
O escritório funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, na sede do setor de Reintegração Social da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), situada na rua Dr. Alfredo Oiticica, nº 1.322, bairro Farol.
O presidente em exercício do TJAL, desembargador Sebastião Costa Filho, o governador Renan Filho e o presidente do CNJ, ministro Dias Toffoli, participarão do lançamento do projeto.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
