Anvisa: uso irregular de formol em salões de beleza é apontado em pesquisa
Veja os riscos da substância.
Uma pesquisa realizada pela Anvisa (Agencia Nacional de Vigilancia Sanitária ), revelou que o uso não permitido de formol em alisantes capilares é uma prática recorrente em salões de beleza no Brasil.
O risco eminente do uso do conteúdo em produtos de beleza, foi a causa da morte de Lidiane Ferreira dos Santos, de 31 anos, que morreu após a realização de uma escova progressiva em um salão de beleza no interior de São Paulo.
Fiscais de Vigilâncias Sanitárias que participaram da pesquisa, relataram ter constado em mais de 30% dos casos o uso irregular de formol em alisantes. Para evitar casos, como o de Lidiane é preciso que a população esteja atenta aos riscos do uso irregular dessa substância em salões de beleza.
Segundo a Anvisa, em contato com a pele, o formol pode causar irritação, queimadura, descamação e até queda de cabelo. Se for inalado, também pode provocar ardência nas vias respiratórias, coriza, falta de ar, tosse e dor de cabeça. Além disso, instituições internacionais já reconhecem o efeito cancerígeno do produto.
Diante desses riscos à saúde, a legislação brasileira estabelece um limite máximo de 0,2% de formol na composição dos cosméticos, inclusive aqueles usados como alisantes. O produto também é permitido para endurecedores de unhas, na concentração de 5%.
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