Salões e estúdios de tatuagem lidam com falta de máscaras no mercado
Procura ocorre após registro de casos suspeitos de coronavírus em AL
Após a confirmação do primeiro caso suspeito de coronavírus em Alagoas, as máscaras de proteção facial e o álcool gel começaram a sumir das prateleiras das farmácias e lojas de utensílios médicos em Maceió. Agora, sete casos estão sendo investigados no estado.
Na segunda-feira (02), o Procon Maceió começou a fiscalizar os estabelecimentos comerciais para evitar a aplicação de preços abusivos na capital.
Durante a fiscalização, dos quinze locais procurados, os agentes encontraram os materiais em apenas dois.
Os estabelecimentos comerciais que também utilizam máscaras prestando algum tipo de serviço podem sofrer com falta do produto no mercado.
O salão de beleza Fios de Cabelo, localizado no bairro da Ponta Verde, se adiantou a primeira confirmação do caso da doença no Brasil e pediu ureforço no estoque ainda no início de fevereiro.
A gerente do estabelecimento, Adriana França, explicou ao 7Segundos que mais de 30 profissionais precisam trabalhar diariamente utilizando máscaras no local.
“Além de reforçar o estoque, estamos realizando reuniões e fazendo um trabalho de conscientização para que não haja desperdício na utilização”, explicou Adriana.
O tatuador Igor Augusto, que trabalha em um estúdio de tatuagens no bairro da Jatiúca, disse que o estabelecimento já estuda adiantar a compra do produto.
“Como a gente usa muitas máscaras todos os dias, é uma preocupação crescente. Não se sabe o que pode acontecer no futuro”, afirmou.
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