Patrão mata jovem por conta de R$ 200 e ‘esquece’ dedo na cena do crime
O criminoso fugiu deixando seu próprio dedo na cena do crime.
Um ajudante de pedreiro de 24 anos foi morto a facadas na frente da mãe após reclamar com o patrão sobre atraso de salário em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O criminoso fugiu deixando seu próprio dedo na cena do crime.
De acordo com familiares ouvidos pelo G1, o jovem Max Santos veio de Propriá, em Sergipe, para trabalhar em busca de condições melhores de vida. Ele atuava como ajudante de pedreiro para um conhecido, que seria vizinho da família.
Max teria cobrado o patrão sobre a dívida de R$ 200 por um serviço prestado de pintura. No meio da discussão formada, o patrão teria ameaçado o ajudante, dizendo que iria buscar uma arma para matá-lo. Max voltou à sua residência no bairro Tude Bastos, onde estava apenas com a mãe.
No início da noite deste sábado (14), o homem foi até a residência do ajudante e o golpeou na frente da mãe dele. De acordo com a Polícia Militar, rastros de sangue foram encontrados em todos os cômodos da casa.
Ainda segundo a Polícia Militar, o patrão acabou decepando o próprio dedo em um dos golpes. O membro foi deixado no local do crime e o autor fugiu. O caso foi registrado no DP Sede de Praia Grande e segue sendo investigado.
Últimas notícias
Prefeito Ronaldo Lopes apresenta projeto da Nova Praça Santa Luzia em Penedo
Prefeitura de Jequiá da Praia leva serviços socioassistenciais à comunidade Usina Sininbú
Em reunião com Arthur Lira, prefeita Edilza Alves apresenta demandas para Lagoa da Canoa
Zé e Castela: “block” em redes levanta debate sobre limites emocionais
Motorista fica ferido após caminhão com carga de água tombar, em Satuba
A pergunta fácil que participante deixou passar no Show do Milhão
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
