Um ano após vazamento de óleo em AL, nenhum responsável foi identificado
Investigações ficarão a cargo da Polícia Federal a partir de agora
Na próxima segunda-feira (07) completa um ano da aparição da primeira mancha de óleo em uma praia alagoana. A Marinha do Brasil finalizou as investigações e não chegou a nenhuma conclusão sobre os possíveis responsáveis pela tragédia ambiental.
De acordo com o relatório do Ibama, a primeira mancha em Alagoas foi avistada no dia 7 de setembro no município de Japaratinga, no Litoral Norte, e a última mancha surgiu no dia 27 de setembro no município de Coruripe. Já Marechal Deodoro e Roteiro apresentam a maior quantidade de manchas, duas em cada município.
O número de locais atingidos por manchas de óleo foram oito em praias alagoanas. Segundo o Ibama, trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo. A Petrobras chegou a informar que o óleo encontrado nas praias não é produzido pelo Brasil.
O dano chegou a nove estados do Nordeste e dois do Sudeste, atingindo mais de 130 cidades.
O inquérito aponta que o petróleo foi derramado a 700 km da costa brasileira e trafegou submerso por 40 dias. O relatório final da Marinha – responsável pelas investigações – foi encaminhado, na última segunda-feira (24), para a Polícia Federal (PF), que conduz o inquérito criminal.
A PF informou que a investigação continua e que só vai se pronunciar quando os trabalhos forem concluídos. A investigação segue, no entanto, em sigilo.
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