MPT solicita audiência de urgência para caso de trabalhadores da Veleiro
MPT ajuizou ação civil pública pedindo à justiça a responsabilização da empresa e do poder público municipal pelos prejuízos aos rodoviários
Na manhã desta sexta-feira (25), o Ministério Público do Trabalho (MPT) peticionou um requerimento junto à 7ª Vara do Trabalho de Maceió, em caráter de urgência, solicitando a designação de uma nova audiência judicial para solucionar o impasse diante de irregularidades trabalhistas envolvendo as empresas Veleiro Transportes e Turismo Ltda e Auto Viação Veleiro.
Ainda nessa quinta-feira (24), chegou a ser iniciada uma audiência na 7ª Vara, com a participação do Ministério Público do Trabalho, mas que não conseguiu ser realizada devido a problemas de sistema.
De acordo com informações, o pedido Ministério solicita à Vara do Trabalho, uma determinação para que o Município de Maceió que reserve os valores pagos à Veleiro para quitar diretamente todos os débitos salariais dos trabalhadores.
O pedido consta na ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho, quando a instituição pediu a responsabilização do município e da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) pelos prejuízos causados aos trabalhadores e à sociedade.
Na mesma ação, o Ministério requereu à justiça que as empresas que integram o grupo econômico da Veleiro sejam condenadas a pagar salários atrasados e verbas rescisórias, a realizar o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a quitar outros encargos trabalhistas a cerca de 140 rodoviários.
A procuradora do MPT Adir de Abreu, autora da ação, afirmou que é preciso garantir uma solução definitiva que ponha fim aos prejuízos causados à sociedade.
“Desde o início das denúncias, o MPT está tomando todas as medidas necessárias para que os trabalhadores, os mais prejudicados em todo esse processo, tenham todos os seus direitos garantidos. Por diversas vezes, notificamos a Veleiro para buscarmos uma solução conciliatória diante de todas as irregularidades comprovadas, mas o que a empresa nos apresentou foi um acordo pífio, que beira a ilegalidade”, explicou a procuradora do MPT Adir de Abreu.
Veja também
Últimas notícias
Vizinho é preso ao tentar beijo forçado de menor no Litoral Norte de Maceió
Dois suspeitos de crimes são mortos em confronto com policiais na Rota dos Milagres
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que não podem atuar
Grupo encapuzado mata homem e adolescente com tiros na cabeça em Maceió
Polícia prende dois suspeitos de chacina ocorrida em Arapiraca em 2008
[Vídeo] Homem é preso após soldar porta da casa da ex durante briga por imóvel em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Mistério em Arapiraca: saiba quem era o empresário morto a tiros em condomínio
Cunhado de vereador é encontrado morto a tiros dentro de condomínio em Arapiraca
Creche em Arapiraca homenageia Helena Tereza dos Santos, matriarca do Grupo Coringa
Ciclista morre após ser atingida por carro e ser atropelada por caminhão em Arapiraca
