Saiba mais sobre o AVC; quase 1.700 foram atendidos com derrame no HGE
Acidente Vascular Cerebral é a segunda maior causa de morte no país
De janeiro até setembro deste ano, quase 1.700 pessoas foram atendidas na Unidade de Tratamento de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Os dados foram fornecidos pela unidade hospitalar ao Portal 7Segundos.
Tendo uma maior incidência de casos em fevereiro deste ano, com 316 registros, os 1.698 atendimentos foram realizados em relação aos dois tipos de AVC: hemorrágico e isquêmico.
No último domingo, a morte do ator Tom Veiga, interprete do personagem Louro José, pegou os brasileiros de surpresa e a causa da morte, divulgada no dia seguinte, fez muita gente ficar em alerta.
Também conhecido derrame, o AVC é a segunda maior causa de morte no Brasil e estima-se que, a cada seis segundos, uma pessoa morra por essa doença no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Em entrevista ao 7Segundos, a neurologista do HGE, Simone Silveira, explicou que o AVC isquêmico é 85% mais comum que o hemorrágico. O AVC hemorrágico é causado pela ruptura de uma artéria, que causa hemorragia no parênquima cerebral. Enquanto o AVC isquêmico, ainda segunda a neurologista, pode ser causado pela obstrução de uma artéria cerebral, ou por um trombo ou êmbolo.
“O fator mais importante nos dois tipos de AVC é controlar a hipertensão, mas também é preciso ficar atento no controle da diabetes, colesterol, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Também ficar de olho até em uma apneia do sono”, afirmou.
A neurologista Simone Silveira também alertou para quais sintomas é preciso ficar atento em caso de suspeita. Entre eles, estão: dificuldade de falar, desequilíbrio e tontura, boca torta, dores de cabeças fortes, principalmente, repentinas, dificuldade de mexer o braço, sensibilidade e outros.
“É importante não ficar em casa esperando que sintomas se agravem. Quanto mais rápido o atendimento, mais chances de recuperação e menos chances de grandes sequelas”, explicou Simone Silveira.
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