Jovens alagoanos são libertados de cárcere privado no Rio de Janeiro
Os jovens ficavam presos em um sítio e eram proibidos de ter contato com qualquer pessoa de fora
Um grupo de 13 menores, entre eles alagoanos, foram libertados em uma operação da Polícia Civil do Rio nesta terça-feira (8). Os jovens eram mantidos em cárcere privado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Segundo as investigações, Jorge Valnei dos Santos era o homem responsável pelos jovens, que vieram de estados como Alagoas, Paraná, Amazonas e Paraíba, com a promessa de que seriam treinados para jogar em clubes de futebol.
Os pais dos menores pagavam uma mensalidade de R$ 500 a Santos achando que os filhos teriam uma preparação para jogar futebol no Rio de Janeiro.
Os jovens ficavam presos em um sítio e eram proibidos de ter contato com qualquer pessoa de fora. O espaço também era pouco iluminado e pouco ventilado.
Santos foi preso em flagrante, e entre os crimes investigados, segundo o delegado, estão a supressão de documentos, cárcere privado e estelionato.
O Fluminense, que tem um centro de treinamento em Xerém, afirmou que vai abrigar os 13 jovens e, depois de uma testagem para Covid-19, vai colocá-los para treinar e fazer testes no clube.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
