Gestão anterior de Paulo Jacinto dá calote no BB e servidores ficam com nome sujo
Débito no valor de R$ 101.847,06 já estava em atraso há trinta e cinco dias na gestão do prefeito Marcos Lisboa
Os servidores da Prefeitura de Paulo Jacinto tiveram créditos cancelados e estão impossibilitados de realizarem empréstimos no Banco do Brasil. Uma dívida deixada pela gestão anterior motivou a instituição financeira a notificar extrajudicialmente a Prefeitura.
O documento, expedido no dia 22 de janeiro de 2021, revela que o débito no valor de R$ 101.847,06 já estava em atraso há trinta e cinco dias, ou seja, é remanescente da gestão do prefeito Marcos Lisboa (MDB).
Em decorrência do calote, o convênio 97102, que tem por objeto a concessão de empréstimo aos servidores do órgão, com mediante consignação em folha de pagamento, foi encerrado, impossibilitando a contratação de novos empréstimos e financiamentos.
Um servidor da prefeitura, que preferiu ter o nome preservado, revelou que a prefeitura descontava os valores na folha de pagamento dos trabalhadores. “A gente que fez empréstimo tinha o valor descontado em folha todo mês. Temos que saber o motivo de o repasse não ter sido feito para o banco. Isso é um absurdo, além de deixar praticamente o nome da gente sujo no banco”, explicou.
A atual gestão da prefeitura de Paulo Jacinto ainda não se pronunciou sobre quais medidas irá adotar diante do caso.
DÍVIDA MILIONÁRIA NA CASAL
Trinta dias após assumir a prefeitura de Paulo Jacinto, o novo gestor encontrou um débito milionário com a Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (CASAL). A dívida é de R$ 750 mil, mas com acréscimos de juros e multas os números poderão ultrapassar a cifra de R$ 1 milhão. Houve ameaça no corte de fornecimento de água em prédios que oferecem serviços essenciais à população.
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