Recuo do PIB afeta valores dos alimentos; veja a diferença de preços nos itens da feira do maceioense
O 7Segundos foi a uma rede de supermercado para comparar os valores dos principais produtos de consumo
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontam que PIB (Produto Interno Bruto), recuou 0,1%, no 2° trimestre de 2021, comparado aos três meses anteriores. Além disso, o desemprego e alta inflação afetam diretamente o consumo das famílias.
Os preços dos alimentos estão cada vez mais altos. O consumo das famílias influencia em mais de 60% do PIB, e está 1,6% abaixo do patamar pré-pandemia. Além disso, a inflação está puxada influenciando na alta de preços de alimentos e bebidas.
O portal 7segundos foi a um grande supermercado, no bairro da Mangabeiras, e fez uma comparação entre os preços dos principais alimentos da cesta básica brasileira.
Feijão (1kg) : mais barato custava R$ 6,99, o mais caro custava R$ 8,99;
Arroz (1kg): mais barato custava R$4,29, o mais caro custava R$ 7,49;
Café (250g): mais barato custava R$15,89, o mais caro custava R$ 26,50;
Óleo (900ml): mais barato custava R$ 7,89, o mais caro custava R$17,50;
Leite Integral (1L): mais barato custava R$4,39, o mais caro custava R$ 6,19.
A bisteca foi a carne mais barata, está saindo a R$ 17,99 o quilo, e a mais cara, alcatra com maminha, estava sendo vendida a R$ 57,99/kg. Cem gramas de pão francês estava a R$ 1,50. O tomate estava R$ 3,99/kg.
O açúcar foi o único alimento que não houve alteração no preço, vendido um quilo por R$ 3,49.
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