Credores vão ao CNJ para receber R$ 690 milhões da Usina Laginha
A falência do grupo sucroalcooleiro foi decretada em 2012, mas desde novembro de 2008 a Laginha encontra-se em recuperação judicial
Credores da Usina Laginha foram ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reclamar da demora do juiz federal Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF), em liberar o pagamento de 690 milhões de reais que estão depositados em juízo há mais de um ano.
A usina tem cerca de 19 mil credores, parte dos quais ex-trabalhadores da fábrica de açúcar e álcool pertencente ao grupo empresarial do ex-senador e ex-deputado federal João Lyra.
A coluna Radar informou que os advogados que representam os credores, detalharam que os recursos seriam suficientes para praticamente quitar as dívidas.
A falência do grupo sucroalcooleiro foi decretada em 2012, mas desde novembro de 2008 a Laginha encontra-se em recuperação judicial. São mais de 105 mil páginas de processo.
Morte do fundador
João Lyra morreu no dia 12 de agosto deste ano aos 90 anos. Ele estava internado em Maceió (AL), por conta de problemas respiratórios. Nos últimos três meses, João Lyra foi diagnosticado com covid-19, teve pneumonia e passou por uma cirurgia de apêndice. Após se recuperar da infecção pelo coronavírus, ele precisou ser internado novamente.
Últimas notícias
INSS vai barrar pedido repetido de aposentadorias, pensões e auxílios
Acusado de tentar matar tio por negar cerveja é preso pela Polícia Civil em Maceió
Polícia Militar intensifica policiamento ostensivo na Grande Maceió
Foi picado por escorpião? Saiba qual unidade de saúde procurar em Alagoas
Caso Davi: policiais acusados de desaparecimento de adolescente vão a júri em Maceió
Prefeitura de Colônia Leopoldina lança editais de concursos públicos
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Ciclista morre após ser atingida por carro e ser atropelada por caminhão em Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
