Semifinal do 3° Concurso de Merendeiras será realizado na quinta-feira (7)
Competição visa incentivar o trabalho das merendeiras da Rede Municipal de ensino e valorizar a agricultura familiar
A Secretaria Municipal de Educação realiza, na próxima quinta-feira (7), a semifinal do 3° Concurso de Merendeiras, promovido pelo Sebrae em parceria com a Prefeitura de Maceió. O evento será a partir das 14h, na Escola Municipal Nosso Lar I, no bairro Ponta Grossa, parte baixa da capital. O secretário de Educação, Elder Maia, e representantes da Semed acompanharão a semifinal.
Nesta segunda etapa, competirão por uma vaga na final, as merendeiras Ariane Rafaelle Carlos Aires, Lidyane Cristina de Oliveira Silva e Yolanda Maria do Nascimento. Elas preparam as refeições dos estudantes da Escola Municipal Doutora Nise da Silveira, do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) José Madltton Vitor da Silva e da Escola Municipal Olavo Bilac, respectivamente.
Para chegar a final, as competidoras terão que produzir a melhor receita culinária com produtos advindos da agricultura familiar. O grande prêmio será disputado com merendeiros de outros nove municípios como Arapiraca, Delmiro Gouveia e Maragogi.
Além da competição de pratos, o evento terá feira de alimentos da agricultura familiar, degustação de produtos e apresentações artísticas de alunos da Escola Nosso Lar e do Grupo Educarte.
O objetivo do concurso é promover a agricultura familiar na alimentação escolar, cumprindo o que prevê o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Anna Carla Luna, coordenadora do Setor de Alimentação e Nutrição Escolar (Sane) da Semed, salienta a importância de um evento como este.
“Além de incentivar e promover esse agente tão importante na escola que é o merendeiro, vale destacar também que contribui para o desenvolvimento dos nossos alunos. Então é satisfatório participar desse momento”, disse.
Já Gedida Correia, pedagoga do Sane, destaca os benefícios deste projeto. “Ao comprar da agricultura familiar, contribui-se para a manutenção do homem e da mulher no campo, sabendo que o produto deles está sendo consumido na escola pública. Como também melhora o aprendizado do aluno, que está bem alimentado, além de deixar a escola atrativa porque sabemos que muitas crianças vão à escola para comer”, pontuou.
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