Governo cria comissão para estudar impactos socioeconômicos do ‘Caso Pinheiro’
Decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira
O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), instituiu uma comissão especial para estudar os impactos financeiros, socioeconômicos e ambientais do ‘Caso Pinheiro’. Ou seja, os impactos causados pelo afundamento do solo provocado pela mineração e da desocupação dos bairros afetados na capital alagoana. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (16).
Presidida pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), a comissão também vai contar com as Secretarias de Estado da Educação (Seduc), do Transporte e Desenvolvimento Urbano (Setrand), o Gabinete Civil, a Procuradoria Geral do Estado (PGE), Instituto do Meio Ambiente (IMA), Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e a Gás de Alagoas S.A. (Algás).
Ainda segundo o decreto, cada órgão deverá designar e encaminhar à presidência da Comissão Especial: um servidor para exercer as atividades como representante titular, e um suplente.
Além disso, será possível convidar representantes de outros órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, sociedade civil e representantes do setor produtivo.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
