Polícia conclui investigação e diz que não há indícios de estupro contra influencer
Caso ocorreu em dezembro no ano passado e envolveu um turista de Brasília
A Polícia Civil de Alagoas finalizou o inquérito e concluiu que não há indícios de que a influencer Eduarda Martins tenha sido estuprada por um turista em dezembro do ano passado. A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (09).
À frente do caso, a delegada Maria Angelita informou que não há elementos suficientes para indiciar o turista. De acordo com os relatos, a influencer e o turista se encontraram em um bar da capital alagoana e no dia seguinte ela foi até a polícia denunciar que havia sido drogada e estuprada.
“Na verdade, se houve uma relação sexual, foi consensual. Não há indicativo de lesões através da perícia, nem qualquer substância de relevância forense no exame toxicológico. Não há como haver indiciamento. As provas e imagens nos levam a crer que foi uma relação sexual consensual”, afirmou.
Ainda de acordo com ela, a conclusão foi baseada em provas técnicas, laudos toxicológicos, laudos do Instituto Médico Legal, em depoimentos de testemunhas e na contradição no depoimento da própria vítima.
“O inquérito foi concluído e vai ser enviado para a Justiça e estamos a disposição para qualquer esclarecimento. O Ministério Público formará sua opinião e pode concordar ou não. E poderá também devolver para novas diligências. Mas, em princípio, a parte da polícia está concluída", afirmou a delegada.
Questionada sobre o que pode ocorrer com a influencer Eduarda Martins, Maria Angelita explicou que dependerá do entendimento. “Existem alguns crimes de ação privada. Pode ser que ele resolva se munir de representação, mas isso vai caber a ele”.
“O que é muito importante a gente levantar é que existem drogas lícitas, como o álcool, que podem causar efeitos colaterais que terminam por deixar as pessoas confusas. Acredito que foi o caso. Essa moça pode não ter tido uma má intenção. Às vezes as pessoas bebem muito, sem costume, vão para festas e se embriagam além da conta. Elas terminam não recordando do que aconteceu. E podem acontecer coisas semelhantes a essa. É preciso ter responsabilidade”, afirmou.
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