21° Redor abre pré-programação com live sobre mulheres negras e feminismos negros
A Live acontece nesta segunda, 25, com grandes nomes da pesquisa sobre feminismo negro e marca o lançamento oficial do REDOR que se realizará em novembro
Esse congresso acadêmico feminista está na sua 21º edição e no seu pré-aquecimento, antes da sua realização em novembro, traz algumas lives que provocam importantes debates.
Agora em julho, a live ‘Mulheres Negras e Feminismos Negros’, com nomes como Denise Botelho (UFRPE), Marli Araújo (UFAL) e Aparecida Batista (UFAL), que acontece no Youtube, abre uma sequência de transmissões que ocorrerá até a realização do evento, em 9, 10, 11 de novembro, na cidade de Maceió, Alagoas.
O dia 25 de julho não foi escolhido em vão. Nessa data é celebrado o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A professora Elvira Barretto (UFAL) é coordenadora geral do Encontro em Alagoas e conta que a tecnologia serviu como meio para realizar um aquecimento da REDOR com a realização das lives Pré-REDOR. "Em novembro, teremos um evento semipresencial, com abertura na UFAL e, a partir dos dias seguintes, na Associação Comercial, no bairro do Jaraguá", com um belo encerramento artístico-cultural, explica.
Considerando a realização de grande importância, Elvira lembra que o evento é o 21º encontro da REDOR e que também celebra 30 anos da Rede Feminista Norte-Nordeste de Estudos e Pesquisas Sobre Mulher e Relação de Gênero. "Foi escolhido o mês de consciência negra, nas terras de Dandara, Zumbi e Aqualtune", diz a professora.
A transmissão da pré-REDOR acontece por meio do youtube, a partir das 19h30. Vale lembrar que as inscrições da REDOR 30 anos, em novembro, podem ser realizadas por meio da plataforma Doity em https://bityli.com/AEpomA.
SOBRE AS PALESTRANTES:
Denise Botelho - Atua na área de educação e relações étnico-raciais, com ênfase em interseccionalidades de raça e gênero. Desenvolve pesquisas em educação intercultural e religiões de matrizes africanas e afro-indígenas e feminismo interseccional.
Marli Araújo - Possui graduação em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas (2002), mestrado em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas (2008) e doutorado em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2017). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Alagoas. Coordenadora no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) Campus Arapiraca.
Aparecida Batista - Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas (1978) e mestrado em História pela Universidade Federal de Alagoas (2006). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Alagoas, tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia, Ética e Ciências Humanas aplicada à saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: relações de gênero e dominação, opressão contra as mulheres, submissão e machismo, mulher e violência e mulher e sofrimento, racismo e relações étnico-raciais, diversidade religiosa e sexual.
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