Renan Filho ainda não aparece entre os cotados do 1º escalão para assumir ministério
Ex-governador de Alagoas é um dos possíveis nomes que pode comandar uma pasta do governo Lula
A cada dia que se passa, a expectativa aumenta em torno do anúncio da composição dos ministérios da gestão do presidente eleito e diplomado Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Um dos nomes que é aguardado para assumir o cargo de ministro é do senador eleito e ex-governador de Alagoas, Renan Filho (MDB). Porém com a aproximação do início do mandato de Lula, O filho do também senador Renan Calheiros (MDB), não aparece como um dos cotados para assumir o primeiro escalão do governo petista, conforme a bolsa de apostas dos bastidores da política.
De acordo com notícias divulgadas por sites especializados em assuntos políticos, como o Metrópole, os mais cotados para assumir ministério são Neri Geller (PP-MT), Carlos Fávaro (PSD-MT), para Agricultura; Izolda Cela, Reginaldo Lopes (PT-MG), Educação; Marina Silva (Rede), Izabella Teixeira, Meio Ambiente; Esther Dweck, Planejamento; Márcio França (PSB), Guilherme Boulos (PSol-SP), Camilo Santana (PT-CE), Desenvolvimento Regional/Cidades/Integração Nacional; Simone Tebet (MDB), Cidadania/Desenvolvimento Social; Sonia Guajajara (PSol-SP), Célia Xakriabá (PSol-MG), Povos Originários; Silvio Almeida, Direitos Humanos/Mulher/Igualdade Racial; Márcio França (PSB), Ciência e Tecnologia; Josué Gomes, Indústria; Elmar Nascimento (União Brasil), Minas e energia; Marcelo Freixo (PSB), Marília Arraes (Solidariedade), Turismo, e Margareth Menezes, Cultura.
Apesar do nome de Renan Filho não surgir entre os cotados, há a expectativa de que o governo Lula crie mais ministérios, chegando ao número de 35 pastas. No governo do presidente Jair Bolsonaro, há apenas 18 ministérios.
Lula teria até prometido retomar os Ministérios do Planejamento, da Fazenda e da Indústria, atualmente incorporados na pasta da Economia; Ministérios da Pesca e do Desenvolvimento Agrário, atualmente incorporados à Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
SEGUNDO ESCALÃO
Caso Renan Filho não consiga ser nomeado ministro do governo Lula, ficará somente a expectativa de o ex-governador de Alagoas consiga assumir algum cargo no 2º escalão da gestão petista.
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