Bombeiros encontram mais uma vítima fatal de desabamento no Rio de Janeiro
Fortes chuvas atingiram o município de São Gonçalo, na Região Metropolitana; duas pessoas foram encontradas mortas nesta semana
Depois de mais de 40 horas de trabalho ininterrupto, o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro encontrou, na tarde desta quarta-feira (15), o corpo de Rosilene Santiago, de 35 anos, vítima do desabamento de uma residência em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O corpo da mulher foi encaminhado para o Instituto Médico Legal da cidade.
A casa foi atingida por um deslizamento de terra na última segunda-feira (13), após fortes chuvas no município. Segundo relatos, além de Rosilene, o marido e a filha do casal teriam ficado soterrados. Cerca de 60 militares, com apoio de cães farejadores e drones, seguem em busca dos outros dois desaparecidos.
Os agentes também encontraram, nesta quarta, celulares e documentos dos moradores do imóvel. Um gato já havia sido resgatado no local com vida, além de um cachorro, que não resistiu.
“A gente conseguiu remover muitos escombros com os maquinários. Isso ajudou bastante para a gente encontrar essa vítima. Acreditamos que as outras vítimas possam estar próximas. As equipes estão sendo revezadas de tempos em tempos para que o ritmo de trabalho não diminua”, afirmou o major Fabio Contreiras, porta-voz da corporação.
“Essa ocorrência tem muita terra e barro que deslizaram, além de muito material concreto, como metal, ferro e troncos. Então, na verdade, são duas ocorrências: o desabamento da casa e deslizamento de terra”, explicou.
Essa é a segunda morte registrada após as chuvas do início da semana em São Gonçalo. Antes, uma mulher foi a óbito em outro desabamento, na rua Antônio Felix da Silva, também no bairro de Engenho Pequeno.
O governo do Rio informou que moradores de São Gonçalo vítimas das chuvas vão receber aluguel social de R$ 600 por até 12 meses. A previsão é de que o benefício comece a ser pago em até 60 dias.
A Defesa Civil ressaltou que segue em alerta em relação a São Gonçalo, onde também choveu forte na noite desta terça-feira (14). O solo está encharcado e ainda há riscos de deslizamentos.
Em Petrópolis, na Região Serrana, também é feito um monitoramento especial. A Defesa Civil acionou as sirenes em toda a cidade e abriu pontos de apoio.
O maior desastre natural da história da cidade, com 235 mortes provocadas por deslizamentos, inundações e desabamentos, completa um ano nesta quarta.
Pelo menos oito pessoas morreram neste mês em decorrência das chuvas no estado do Rio.
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