Alagoas tem o segundo metro quadrado mais barato do Nordeste em março de 2023
Pesquisa do Sinapi foi divulgada pelo IBGE
Alagoas registrou o segundo preço cobrado pelo metro quadrado entre os estados do Nordeste, no mês de março de 2023. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apurados pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi).
Levando em conta a desoneração do pagamento da folha, o valor cobrado pelo metro quadrado (m²) foi de R$1.518,63 em Alagoas, ficando atrás somente do valor cobrado por Sergipe entre os mais baratos da região. Sem a desoneração, o preço sobe para R$1.609,82 e a sua posição entre os menores valores se mantêm.
A nível nacional o Sinapi apresentou variação de 0,20% em março, ficando 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (0,08%). O acumulado nos últimos doze meses foi para 9,06%, abaixo dos 9,92% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. O índice de março de 2022 foi de 0,99%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado passou em março para R$ 1.689,13, sendo R$ 1.002,60 relativos aos materiais e R$ 686,53 à mão de obra. Em fevereiro havia fechado em R$ 1.685,74.
Em março, a parcela dos materiais apresentou variação de 0,07%, caindo 0,03 ponto percentual em relação a fevereiro (0,10%). Essa taxa segue a tendência de estabilidade observada nos índices desde outubro do ano passado. Considerando o índice de março de 2022 (0,48%), houve queda de 0,41 ponto porcentual.
Já a mão de obra subiu 0,40%, com alta de 0,36 ponto porcentual em relação a fevereiro (0,04%). Frente a março de 2022 (1,75%), houve queda de 1,35 ponto porcentual.
O primeiro trimestre de 2023 fechou em: 0,14% (materiais) e 1,25% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 8,13% (materiais) e 10,42% (mão de obra), respectivamente.
Região Nordeste registra maior variação mensal em março
Com as altas captadas na parcela dos materiais em três dos sete estados e o acordo coletivo homologado na Bahia, a região nordeste registrou a maior variação mensal no mês, 0,51%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,04% (Norte), -0,01% (Sudeste), 0,43% (Sul) e -0,02% (Centro-Oeste).
Bahia registra a maior alta
Influenciada pelo reajuste observado nas categorias profissionais, a Bahia foi o estado que registrou a maior taxa em março (1,68%).
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