Ministro da Educação, Camilo Santana, elogia programas de educação de Alagoas
Na ocasião, o ministro da educação, Camilo Santana mencionou o programa Cartão Escola 10, criado e implantado pelo então secretário de educação, Rafael Brito, em 2021, como referência no combate à evasão escolar
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados se reuniu nesta quarta-feira (12) com o ministro Camilo Santana para discutir o plano de atuação e as prioridades da pasta para os próximos anos.
Entre os temas abordados, os parlamentares debateram sobre a abertura da consulta pública do Novo Ensino Médio, recomposição do Fórum Nacional de Educação, aumento da oferta de escolas em tempo integral, obras paralisadas e inacabadas, fortalecimento das universidades e institutos federais.
Vice-presidente da Comissão de Educação, o deputado federal Rafael Brito (MDB), em pronunciamento, destacou a importância do momento e a presença do ministro para o avanço das pautas da educação no país. De acordo com o parlamentar, fazer educação nos últimos quatro anos foi difícil sem o diálogo e alinhamento de ações com o MEC.
“Muitos dos assuntos tratados hoje na reunião, foram temas que os gestores estaduais e municipais de educação pública ansiavam, e que estavam completamente fora do debate, aliás, nem existia debate. Muito da culpa dos itinerários formativos do Novo Ensino Médio não terem dado certo, por exemplo, foi porque faltou uma coordenação entre os estados na implementação da lei”, explicou o deputado.
Na ocasião, o ministro da educação, Camilo Santana mencionou o programa Cartão Escola 10, criado e implantado pelo então secretário de educação, Rafael Brito, em 2021, como referência no combate à evasão escolar.
“O estado de Alagoas, por exemplo, criou a bolsa de permanência mensal e uma poupança que o aluno recebe no final do Ensino Médio. Estudantes que tinham abandonado a escola voltaram a estudar por causa desse incentivo. Precisamos dialogar sobre as experiências que já existem e transformar isso em políticas públicas nacionais”, reforçou o ministro.
Segundo o deputado alagoano, sua experiência na gestão da secretaria de educação em Alagoas, pode ajudar o governo federal para que crie programas, que efetivamente combatam à evasão escolar, como a distribuição de absorventes para que alunas em vulnerabilidade social da rede estadual não deixem de ir à escola durante o período menstrual, e por meio de políticas que combatam de forma indireta a evasão, como o transporte e a merenda escolar.
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