Renan Calheiros pede para o TCU barrar os ativos da Braskem
O senador questiona o acordo por não contar com a participação da ANM nem da AGU
O Senador Renan Calheiros (MDB), pediu ao Tribunal de Conta da União (TCU) que bloqueie os ativos da Braskem. A empresa é responsável pelo desastre do afundamento do solo em Maceió, que afetou diretamente 60 mil pessoas que tiveram que abandonar seus lares.
A Braskem fechou um acordo com o Ministério Público Federal (MPF) em 2019 em que estava previsto o pagamento de cerca de R$ 23 bilhões em ressarcimentos, frisando, porém, que ainda havia uma estimativa do valor total do dano causado.
O principal questionamento de Renan em torno do caso, é a falta de participação da Agência Nacional de Mineração (ANM) nem da Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM), nem da Advocacia-Geral da União (AGU).
O pedido do senador ao TCU é para que o tribunal bloqueie os ativos da empresa. Com a perspectiva de venda, as ações da Braskem tiveram altas recentemente. Renan pede ainda ao TCU que determine à ANM, ao CPRM e ao Ministério de Minas e Energia que intervenham nos acordos e peça que eles sejam anulados, além da abertura e uma investigação.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
