Procon Maceió fiscaliza dos preços nos postos de gasolina na capital
Reajuste entrou em vigor no último sábado (1)
O Procon de Maceió deu início nesta segunda-feira (3), a uma operação de fiscalização nos postos de combustíveis da cidade com o objetivo de garantir que a redução de R$ 0,14 por litro anunciada pela Petrobras seja repassada ao consumidor final.
Durante a fiscalização, os postos visitados deverão apresentar notas fiscais que comprovem o valor pago pela gasolina nas distribuidoras e o preço cobrado dos consumidores. Todo o material coletado será analisado pelo Procon Maceió.
A previsão é de que a equipe de fiscalização visite 32 postos até a terça-feira (4), a fim de verificar se o repasse da redução de preço está sendo realizado conforme determinado pela Petrobras.
Apesar do reajuste anunciado pela Petrobras ter entrado em vigor no último sábado (1), os consumidores de Alagoas ainda não estão sentindo a queda no preço nos postos de combustíveis. Motoristas da capital têm reclamado do valor cobrado nos postos e da variação entre eles.
A fiscalização do Procon visa assegurar que a redução no preço da gasolina seja repassada aos consumidores de Maceió, garantindo assim a transparência nas transações e a proteção dos direitos dos cidadãos.
Últimas notícias
Chefe do CV busca hospital com documento falso e é preso enquanto tomava medicação
Defesa Civil de Maceió reforça alerta para evitar incêndios causados por falhas elétricas
Idosa de 82 anos fica ferida após receber tijoladas em Palmeira dos Índios
Filho embriagado agride irmão, quebra objetos e provoca briga familiar em Palmeira dos Índios
JHC lamenta morte de Edlúcio Donato e destaca legado na política de Maceió
Tragédia em Tabuba: menino de três anos morre após se afogar em piscina de residência
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
