Mais de 90 mil refeições foram oferecidas para famílias desabrigadas e desalojadas
Cerca de 1.300 pessoas ficaram nos abrigos provisórios
No período em que Maceió foi alvo das fortes chuvas de julho, cerca de 1.300 pessoas ficaram desabrigadas e desalojadas e tiveram que ser acolhidas em abrigos provisórios montados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar (Semdes), em seis escolas municipais e na Casa de Passagem Familiar.
As pessoas abrigadas receberam atendimento da Assistência Social, bem como tiveram garantidas alimentação e serviços de saúde. Desde o dia 8 de julho foram distribuídas mais 90 mil refeições para os desabrigados, no café, almoço e jantar.
Além das famílias que ficaram nos abrigos provisórios, outras que foram afetadas pelas chuvas, que não precisaram sair de casa, também receberam alimentação.
O secretário de Desenvolvimento Social, Fernando Davino, reforçou o compromisso com as famílias que ficaram desabrigadas e desalojadas. “Nosso compromisso como Prefeitura foi oferecer o melhor para as famílias que tiveram que abandonar as suas casas. Em 10 dias, fornecemos mais de 90 mil refeições. Parabenizamos todos os servidores envolvidos nessa tarefa importante que foi fornecer uma alimentação de qualidade para quem mais precisava", afirmou.
Segundo a diretora-geral de Segurança Alimentar da Semdes, a Prefeitura de Maceió se empenhou em garantir os direitos das famílias afetadas pelas chuvas. “Além de um local seguro e acesso aos serviços de saúde, a alimentação chegava fresquinha para os desabrigados e desalojados e tudo era feito com acompanhamento nutricional e muito carinho para eles. As famílias que estão ainda nos abrigos continuam a receber as três refeições”, pontuou.
Foi feita uma força-tarefa com servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social, Primeira Infância e Segurança Alimentar, que já chegavam de madrugada no Restaurante Popular, no Centro da cidade, para produzir as primeiras refeições do dia para os desabrigados e desalojados.
A servidora da Semdes, Rita Lima, participou do trabalho voluntário no restaurante. “No passado, pude ajudar no restaurante e esse ano também. Fui escalada para trabalhar às 4 horas da madrugada para fazer o café da manhã. Neste dia, preparamos mais de três mil pães com queijo para os desabrigados. Nós servidores da Semdes ficamos muito felizes em poder contribuir nesses momentos difíceis” , disse Rita.
Graziele dos Santos mora na Comunidade Muvuca e ficou no abrigo montado na Escola Antídio Vieira, no Trapiche da Barra. Ela falou da qualidade da alimentação fornecida. “Recebemos café da manhã, almoço e jantar. A comida é muito boa”, revelou.
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