Seis clínicas de estética clandestinas são interditadas em Maceió
Estabelecimentos estavam fora das normas requeridas
Clínicas de estética se tornam, cada vez mais, estabelecimentos requisitados pela população. Entretanto, a procura pode trazer grandes riscos quando os estabelecimentos não estão dentro das normas requisitadas, como ocorreu com seis locais em Maceió apenas neste ano.
Em entrevista à Rede Antena7, Airton Santos, coordenador da Vigilância Sanitária, falou sobre os diversos motivos que levaram à interdição, como a ausência de alvarás, de responsáveis técnicos e de profissionais habilitados a realizar os procedimentos, que são delicados e de alto risco. Medicamentos vencidos também já foram encontrados dentro destes estabelecimentos.
Os locais interditados pela Vigilância são notificados e têm cerca de 90 dias para se adequar às normas requeridas pelo órgão.

O coordenador ressalta que futuros clientes podem tomar cuidados antes de escolher a clínica, analisando o ambiente do estabelecimento, sua higienização, equipamentos e capacitação, além de verificar a existência de um alvará dentro do prazo de validade.
Com o serviço em alta entre a população, o coordenador pede aos clientes que tenham atenção e verifiquem estes problemas antes de realizar qualquer procedimento.
*Estagiário sob a supervisão da redação.
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
