Hospital Metropolitano localiza familiares de paciente que estava sem acompanhante
Parentes são do Espírito Santo; José Cícero dos Santos, de 63 anos, estava há mais de 30 anos afastado da família
O Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA) localizou no estado do Espírito Santos os familiares de um paciente recuperado do AVC em Maceió.
José Cícero dos Santos, de 63 anos foi encaminhado do Hospital Geral Professor Ib Gatto Falcão, localizado no município de Rio Largo, após o diagnóstico de derrame, para o Metropolitano.
No Metropolitano desde o começo de janeiro, o paciente estava sem acompanhante. Já recuperado do AVC, José Cícero podia ir para casa. No entanto, seguindo o protocolo de segurança do paciente, ele precisaria estar com algum familiar.
A partir daí, o Serviço Social do HMA começou uma busca para encontrar algum parente. “A priori, buscamos todas as possibilidades da rede de assistência, mas, infelizmente, não tivemos nenhum contato com nenhum familiar dele. Foi quando começamos a fazer uma busca ativa em outras situações, por meio das redes sociais e do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID) que conseguimos o contato de alguns familiares em outro estado”, explica a supervisora da área, Rosemar Alexandre.
José Cícero não via o irmão Luiz Carlos dos Santos havia mais de 30 anos, e não conhecia a sobrinha Lorena dos Santos. Separados por 373 quilômetros, irmão e sobrinha puderam conversar com o paciente através de videochamadas organizadas pelas assistentes sociais, mesmo residindo no Espírito Santo.
“Quero agradecer grandemente vocês, só eu e Deus sabemos a emoção e a alegria que estou sentindo. Vocês transbordaram muitas alegrias na nossa vida. Muito obrigada por encontrar minha família”, agradece a sobrinha Lorena em mensagem para a equipe do Serviço Social.
Como sequela do AVC, José Cícero tem problemas para falar, mas a emoção era visível ao ver seus familiares. “Tô feliz”, disse o paciente com lágrimas nos olhos e um sorriso no rosto.
Os esforços da equipe deram uma nova vida para o paciente. “Isso foi uma busca incessante e ultrapassamos os muros hospitalares. Nós entendemos que ele não é só um número aqui no hospital, ele é um paciente, uma pessoa, e nós tínhamos esperança e agora temos a certeza de que ele vai poder receber alta e que vai voltar para a rede de apoio, para a rede da família”, afirma a assistente social.
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