Alagoas registra queda de 65,6% no número de casos prováveis de dengue
Segundo a Sesau, de janeiro a fevereiro de 2025 foram registrados 628 casos da doença
Alagoas registrou uma redução de 65,6% no número de casos prováveis de dengue nos primeiros dois meses deste ano, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A informação foi divulgada nesta terça-feira (11) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Segundo o órgão, de janeiro a fevereiro de 2025 foram registrados 628 casos prováveis da doença. No mesmo período de 2024 foram 1.827.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a dengue é a arbovirose urbana mais prevalente nas Américas, principalmente no Brasil. Sendo uma doença febril, ela causa também dores e manchas avermelhadas no corpo. O vírus da dengue é um arbovírus transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti e possui quatro sorotipos diferentes: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4.
O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, ressaltou que a redução dos casos de dengue em Alagoas no primeiro bimestre deste ano demonstra que a população está vigilante.
“Além do trabalho das autoridades de saúde pública, o apoio da população alagoana tem surtido efeito positivo e continuaremos trabalhando ativamente neste combate contra o mosquito, pois o maior intuito é evitar o aumento de casos da doença em Alagoas, bem como as hospitalizações e os óbitos”, frisou.
Para a superintendente de Vigilância em Saúde da Sesau, Waldinéia Silva, os dados reforçam o êxito das estratégias adotadas para o enfrentamento da doença.
“O combate e prevenção da dengue depende do esforço conjunto das esferas municipais, federal e estadual, além do apoio da população, que tem se mostrado participativa, entendendo a seriedade da situação e contribuindo para a segurança clínica de todos”, destacou.
A superintendente lembrou que o combate ao mosquito da dengue deve seguir firme em Alagoas.
“Os técnicos estaduais seguem em seu trabalho de prevenção e educação, em parceria com os demais órgãos federais e municipais. Lembramos sempre que a população precisa evitar o acúmulo de garrafas vazias, pneus, vasos de plantas e baldes, garantindo a segurança e bem-estar de todos”, reforçou Waldinéia Silva.
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