Família pede ajuda para custear tratamento de bebê com plagiocefalia severa
Iniciativa visa garantir que Lucca receba o tratamento necessário para um desenvolvimento saudável
Uma família de Maceió está mobilizando uma campanha de arrecadação de dinheiro para custear o tratamento do pequeno Lucca, de seis meses, diagnosticado com plagiocefalia severa - condição em que a cabeça de um bebê é achatada em um dos lados. Os pais, Mayara e Luan, buscam levantar R$ 15.400 para a aquisição de uma órtese craniana, essencial para a correção da assimetria na cabeça do bebê.
Segundo os pais, ao notar que a cabeça de Lucca não era simétrica, procuraram auxílio médico. A neuropediatra solicitou exames para avaliar a gravidade do caso e descartou a necessidade de cirurgia. No entanto, a deformidade foi associada a um torcicolo congênito, que impediu a movimentação adequada da cabeça do bebê para o lado direito, agravando a assimetria craniana.
Aos dois meses de idade, Lucca passou por um escaneamento do crânio, que confirmou a plagiocefalia em grau muito severo. Inicialmente, a recomendação foi o tratamento com osteopatia, sem o uso da órtese. A família investiu cerca de R$ 3.600 em 12 sessões de fisioterapia e osteopatia, acreditando que o problema poderia ser corrigido de forma natural, devido à maleabilidade do crânio do bebê nessa idade.
No entanto, uma nova escaneometria realizada no final de março mostrou que, apesar do progresso, o grau da deformidade ainda é severo. Com Lucca prestes a completar seis meses, os especialistas indicaram a órtese craniana como medida urgente, pois, com o avanço da idade, os ossos do crânio se tornam menos maleáveis e a correção se torna mais difícil. Além do custo da órtese, a família também enfrenta despesas com exames médicos, que somam aproximadamente R$ 1.000.
Lucca está sendo acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta por pediatra, neuropediatra, neurocirurgião, fisioterapeuta e osteopata. Seus pais ressaltam a importância do tratamento para evitar possíveis complicações futuras, como prejuízos no desenvolvimento motor e cognitivo, além de dores na cabeça, ouvidos e mandíbula.
Diante da dificuldade financeira para arcar com os custos do tratamento, Mayara e Luan recorreram a uma vaquinha online e pedem o apoio da comunidade, seja por meio de doações ou compartilhamento da campanha. A iniciativa visa garantir que Lucca receba o tratamento necessário para um desenvolvimento saudável.
Os interessados em ajudar podem acessar a vaquinha através do link disponibilizado pela família e contribuir com qualquer valor.
*Estagiário sob supervisão
Últimas notícias
Projeto Corais de Alagoas realiza ação de conscientização ambiental na Orla de Ponta Verde
Polícia Militar reforça operações em todo o estado neste final de semana
Homem morre após acidente na AL-101 Norte na Barra de Santo Antônio
Renan Filho em Estrela de Alagoas: "Encontrei as ruas tomadas pelo povo"
Homem é baleado na cabeça no Canaã, em Arapiraca
Operações ambientais resultam em apreensão de aves silvestres, armas e munições em Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Com avanço das obras, novo binário de Arapiraca já recebe sinalização e mobiliários urbanos
