Polícia

Suspeito de matar empresário e deixar recado com sangue é preso; ele e a vítima mantinham caso

Homem seria o último a entrar e o primeiro a sair da casa onde Roberto Portela foi morto a facadas

Por 7Segundos 04/04/2025 09h09 - Atualizado em 04/04/2025 10h10
Suspeito de matar empresário e deixar recado com sangue é preso; ele e a vítima mantinham caso
José Roberto Soares Portela, de 61 anos, foi achado morto dentro de sua casa na manhã desta quinta-feira (3) - Foto: Cortesia

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (3) um homem suspeito de assassinar o professor aposentado e empresário Roberto Portela, de 61 anos, em São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas. De acordo com as investigações, o suspeito foi o último a entrar na residência da vítima enquanto ela ainda estava viva e o primeiro a sair do imóvel após o crime.

As autoridades chegaram até o homem após analisarem imagens de câmeras de monitoramento instaladas nas ruas da cidade. Com base no percurso traçado por essas imagens, os policiais localizaram o suspeito escondido em uma vila.

Durante depoimento, o homem preso admitiu que frequentava a casa do professor e que os dois mantinham relações sexuais. No entanto, mesmo diante das evidências levantadas pela Polícia Civil, ele negou envolvimento no assassinato.

Roberto Portela foi encontrado morto por um funcionário, na casa onde morava, localizada na Rua Sizenando Amorim, no Centro da cidade. O corpo apresentava um corte profundo na região do pescoço e havia grande quantidade de sangue espalhada pelo chão da residência.

Um detalhe chamou a atenção da equipe da Perícia Oficial, que esteve no local para realizar os levantamentos. Em um armário branco, havia uma mensagem escrita com o que aparentemente era sangue da vítima. A frase, escrita em letras grandes, dizia: “Estuprador. Ele abusou de mim.”

A motivação do crime ainda está sob investigação, e a polícia não descarta nenhuma linha de apuração. A identidade do suspeito preso não foi divulgada oficialmente até o momento. Ainda segundo a PC, o suspeito após as diligências e dentro do prazo legal de 24h após o crime, ainda em situação de flagrância.