Gilson Machado afirma que pediu passaporte para o pai dele e não para Mauro Cid
O ex-ministro de Jair Bolsonaro teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes
Na chegada ao IML (Instituto Médico Legal) do Recife, onde foi fazer exame de corpo de delito após ser preso pela Polícia Federal por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, o ex-ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, Gilson Machado, disse que não matou, não traficou droga e não teve contato com traficante, apenas pediu um passaporte para o pai dele.
Gilson Machado falou rapidamente com a imprensa e explicou que pediu o passaporte para o pai por telefone.
"Apenas pedi um passaporte para meu pai por telefone aqui no Consulado Português de Recife. No outro dia, ele (o pai) foi ao consulado com meu irmão e o passaporte, se ele não recebeu está para receber a renovação do passaporte português dele, é só pegar as ligações que eu fiz para o consulado aqui e o áudio que eu mandei para a funcionária do consulado e a entrada dele no consulado", afirmou o ex-ministro.
Gilson Machado complementou:
"Não estive presente em nenhuma consulado, em nenhuma embaixada, nem de Portugal e nem de qualquer outro lugar, nem do Brasil, nem de fora do Brasil", disse.
Questionado pelos repórteres, o ex-ministro negou que tenha pedido um passaporte para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, e alegou que é publico que Mauro Cid recebeu a cidadania portuguesa em fevereiro desse ano, conforme noticiado pela imprensa à época, alegou Gilson Machado.
Ao ser perguntado como ele analisa a decretação de sua prisão, Gilson Machado, respondeu que "a justiça de Deus, ela tarda, mas não falha, aqui oh, ninguém segura com ele", finalizou apontando para o céu.
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