Primeiro ministro do Israel elogia Trump por ataque ao Irã "vai entrar para história"
Democratas e diplomatas alertam para risco de escalada no Oriente Médio
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, publicou na noite deste sábado (21) um vídeo em que agradece ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo ataque a instalações nucleares no Irã. Segundo Netanyahu, a ação representa um “momento histórico” e demonstra uma “decisão ousada”.
“Parabéns, presidente Trump, por sua decisão ousada”, afirmou o premiê. “A história contará que Trump agiu para impedir o regime mais perigoso do mundo, com as armas mais perigosas do mundo.”
Netanyahu também declarou que “os Estados Unidos fizeram o que nenhum outro país do mundo poderia ter feito” e utilizou a frase “primeiro vem a força, depois vem a paz”, que, segundo ele, é recorrente tanto em seu discurso quanto no de Trump.
De acordo com o governo israelense, Trump e Netanyahu conversaram por telefone pouco antes do pronunciamento oficial do presidente dos EUA. A ligação teria ocorrido minutos após o anúncio do ataque.
Reações nos EUA e na comunidade internacional
A decisão de Trump de autorizar os bombardeios pegou diplomatas e grupos políticos de surpresa. Até então, o presidente havia indicado que sua atuação se limitaria à defesa de Israel. Fontes da Casa Branca indicam que ele vinha avaliando o cenário há duas semanas, sob pressão de diferentes setores políticos.
Parlamentares do Partido Democrata criticaram a operação e afirmaram que o presidente agiu sem aprovação do Congresso. Parte da base de apoio de Trump também demonstrou desconforto, lembrando que uma das principais promessas de sua campanha foi reduzir a presença militar dos EUA no Oriente Médio.
Em contrapartida, integrantes da ala tradicional do Partido Republicano defendem que os Estados Unidos adotem uma postura mais ativa diante dos conflitos na região.
Na última semana, várias embaixadas norte-americanas no Oriente Médio foram esvaziadas ou operam com pessoal reduzido. Representantes estrangeiros na ONU expressaram preocupação com uma possível ampliação do conflito e a chance de uma retaliação por parte do Irã, inclusive contra bases e interesses dos EUA na região.
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